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Um novo conceito transformando a visão sobre Benefícios de Colaboradores

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O cenário de trabalho vem sofrendo mudanças ao longo do tempo e com o advento da pandemia este novo cenário tem se acelerado ainda mais fazendo com que as empresas se adaptem quase que instantaneamente, como se apertasse a tecla F5 do computador…

Dentro dos novos desafios que surgiram e surgem as empresas precisam, mais do que nunca, estarem atentas as novas demandas, anseios, necessidades as quais seus colaborares sinalizam. O fato é que somente os benefícios tradicionais não atendem mais completamente estes quesitos dos colaboradores e de certa forma tem perdido o “apelo” quando não disponibilizados através de uma cultura, política/prática da empresa e todo cuidado que este “novo” público interno deseja. 

Ou seja, de um lado temos a empresa que precisa ter seu funcionário produtivo, engajado, assíduo, honesto, flexível, adaptável e várias outras habilidades para ter a atividade desenvolvida a contento. Sem falar de outras exigências e/ou necessidades, como um bom salário, benefícios (plano de saúde, odontológico e etc)… Do outro lado o funcionário que deseja além do financeiro e benefícios, ter o reconhecimento, ter flexibilidade e que sentir que a cultura/valores da empresa esteja alinhados aos dele. 

Desta forma fica perceptível que encontrar o ponto de equilíbrio para ambas as partes é o grande desafio, apresentando também um risco ou mesmo fator critico de sucesso de qualquer RH.

Fica aqui uma reflexão! As empresas precisam cada vez mais, independentemente de seu porte (micro, pequeno, médio ou grande), planejar e estruturar um programa de benefícios cada vez mais personalizado, alinhado com a sua estratégia e posicionamento, que ataenda as expectativas desses colaboradores. 

Essa visão e preocupação é valida, pois evitará gastos desnecessários com reposição de vagas, absenteísmo, falta de engajamento, baixa produtividade e etc.; mas não só isso, deve-se também o empresário deve pensar também na inclusão da família, na qualidade de vida, no dia a dia do funcionário fora da empresa, na vida financeira dele, em proporcionar bom ambiente de trabalho, espaços físicos mais integrativos, inclusive com espaços para descanso… Enfim, ele tem que pensar “fora da caixa”. 

Sim, um novo normal que traz novos cenários, novas demandas, novos desafios. E isso tudo deve ser feito sem custo ou com custo baixo para Empresa, ficando ainda evidente ainda mais a importância de um bom planejamento.

 
Edgard Neto
Facilitador ÁGIL Escola de Negócios
Especialista em Benefícios e Seguros Empresariais

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